Musme: proposta do governo é inviável; base irá elaborar uma contraproposta

databasesisepe420 Após uma manhã de reunião, os representantes dos sindicatos dos servidores públicos em greve, por meio do Movimento de União dos Servidores Públicos Civis e Militares do Estado do Tocantins (Musme), deliberaram que a proposta do governo é inviável, mas que será apresentada aos servidores para que eles possam construir uma contraproposta ao governo. Segundo o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos do Estado do Tocantins (Sisepe), Cleiton Pinheiro, cada sindicato se reunirá a longo dessa

semana com a categoria que representa e em conjunto construíram as contrapropostas. “Queremos que uma proposta com a base, que é quem mais é afetada com o não pagamento dos direitos do data-base”, comenta. Na próxima terça-feira, com todas as contrapropostas construídas, os representantes se reunião, as 8h30, na sede do Sindicato dos Médicos no Estado do Tocantins (Simed) para analisar as propostas desenvolvidas pelos grevistas.

“A proposta que tiver maior pontuação será a escolhida para apresentar ao governo”, comentou. Proposta O governo propôs a implementação do valor integral da data-base 2016, que será dividida em três parcelas em 2017. Sendo que, em janeiro de 2017, seriam 2% de implemento, a segunda parcela, também de 2%, para o mês de maio e os demais 5,83 % para outubro.

Além disso, a proposta atende outra reivindicação: a redução da jornada de trabalho para 6 horas diárias corridas a partir de outubro deste ano. A greve já tem mais de 40 dias e engloba servidores do quadro geral, da educação e da saúde. Eles reivindicam o pagamento dos retroativos da reposição geral anual (data-base) de 2015, e também a implantação do índice de 9,8307% referente à revisão geral anual (data-base) de 2016. Com informações Jornaldotocantins.

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