Com decisão do TSE, família Lelis ficará fora da eleição de 2018; entenda

Da Redação

No dia 15 de dezembro de 2015, Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por maioria, manteve a condenação do presidente do Partido Verde (PV) no Tocantins, Marcelo Lelis, a oito anos de inelegibilidade. Ele foi condenado por abuso de poder econômico e captação ilícita durante as eleições municipais de Palmas em 2012, quando foi candidato a prefeito.

Na época a inelegibilidade do político foi decretada em primeira instância pelo juiz Marcelo Faccioni, da 29ª Zona Eleitoral de Palmas, em agosto de 2013. Em setembro de 2014, o TSE rejeitou o registro da candidatura de Marcelo Lelis como vice na chapa de Marcelo Miranda (PMDB), na disputa para governador do Tocantins.

Naquela ocasião, após ter recurso negado no Tribunal Regional Eleitoral, a defesa do político havia alegado que a decisão do TRE não poderia surtir efeitos porque estariam pendentes de julgamento de recursos apresentados. O argumento, contudo, foi rejeitado pela maioria do TSE e ele não pôde fazer parte da chapa.

E hoje dia 22 de março de 2018 o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu cassar o mandato do governador de Tocantins, Marcelo Miranda (PMDB), e da vice-governadora, Cláudia Lelis (PV), esposa de Marcelo Lelis, os ministros da Corte consideraram a existência de caixa 2 na campanha de 2014, com utilização de recursos não declarados à Justiça Eleitoral.

A decisão tem efeito imediato e o governador e a vice deverão deixar o cargo para realização de novas eleições.

Agora, a família Lelis estará fora das próximas eleições de 2018.

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