Os bispos Robson Rodovalho e sua esposa, Lúcia Rodovalho, líderes da Igreja Sara Nossa Terra, fizeram uma visita ao Templo de Salomão, da Igreja Universal do Reino de Deus, em São Paulo.

O casal foi acompanhado de outros bispos da liderança da Sara Nossa Terra e foram recebidos pelo bispo Eduardo Bravo, responsável pelo trabalho de relação da Universal com outras denominações.

A visita, realizada na última segunda-feira, 17 de setembro, teve como propósito a realização do tour no Jardim Bíblico, segundo informações do site da Igreja Universal.

“Para todo cristão, independentemente da denominação, conhecer a história do povo de Israel é entender a própria história. Poder voltar no tempo e vivenciar a trajetória do povo escolhido por Deus pelo deserto é uma oportunidade ímpar de compreender a forma com que Deus Se manifesta na vida daqueles que desejam ter uma aliança com Ele”, diz a nota de divulgação do encontro.

Eduardo Bravo destacou que o passeio mostra a história dos filhos de Israel desde a escravidão no Egito até a formação das 12 tribos de Israel: “Essas 12 tribos separadas eram independentes, mas, quando se juntavam, formavam a nação de Israel. Hoje, podemos dizer que cada igreja evangélica representa uma tribo que, unidas, formam a nação evangélica”, comentou.

“Eu percebo que as diferentes denominações são muito bem-vindas aqui, e isso é uma visão elogiável do bispo Macedo. Nós estamos amadurecendo cada vez mais para compreensão da Igreja como o Corpo de Cristo pleno”, destacou Rodovalho, que fundou a Sara Nossa Terra em 1994.

Ao longo do passeio na réplica superdimensionada do Templo de Salomão, os visitantes entraram no Tabernáculo de Moisés e conheceram a representação do Santo dos Santos – que era o lugar mais sagrado, onde era mantida a Arca da Aliança e somente o sumo-sacerdote podia entrar uma vez por ano para apresentar o sacrifício a Deus.

“Eu fiquei bastante impressionado com a visita, desde o conceito espiritual do Tabernáculo, de como Deus caminhou com Seu povo, até chegar a experiência do Templo de Salomão. Realmente, é uma construção magnífica, maravilhosa, que retrata a grandeza de Deus e a Sua presença entre os homens. Sente-se que aqui há paixão por tudo que foi feito, por cada detalhe, desde as pedras, as portas, tudo com um significado, um sentido e com muita espiritualidade. Quero parabenizar a Igreja Universal e ao Bispo Macedo que, sem dúvida, é um gigante da fé, um herói da fé da nossa geração e que tem o nosso respeito e admiração”, destacou o bispo Rodovalho.

A visita ao Memorial também é parte do tour, e apresenta os símbolos bíblicos que recontam a história dos Templos da Terra Santa e das 12 tribos de Israel. Segundo a bispa Lúcia, o simbolismo é muito importante: “Muitas pessoas pensam que é só um símbolo, mas ele nos remete à nossa história, que é a mesma do povo de Israel, pois fomos salvos por meio de Jesus Cristo e nos tornamos parte dela”.

“Para mim, foi uma experiência muito especial porque, apesar de conhecer bastante Israel, a gente pôde ver uma realidade muito mais vinculada ao cristianismo. Toda vivência do povo de Israel no deserto, a construção do Tabernáculo, tudo é bem impressionante. É gratificante ver e saber que a Igreja Universal está proporcionando para os cristãos do Brasil e de outros países também essa oportunidade, porque nem todos podem ir a Israel, mas agora eles podem ter um pedaço de Israel aqui. Por meio do passeio, podemos nos aprofundar mais na Bíblia, dá um gostinho de querer saber mais. Eu recomendo essa visita a todos, tanto para os jovens como para os mais velhos”, acrescentou a bispa.

Ao final, em entrevista concedida ao site da Universal, Rodovalho estimulou a visita ao Templo de Salomão: “Quem vem aqui cresce, porque entra em contato com uma fé viva, entra em contato com o resultado de uma fé verdadeira e fundamentada na Palavra de Deus. Então, quem puder, venha, pois vai crescer, aprender. Realmente é admirável”, sublinhou.

O bispo Eduardo Bravo agradeceu a visita do líder da Sara Nossa Terra: “É uma honra receber aqui hoje a Igreja Sara Nossa Terra, porque nós sabemos que ela tem um trabalho muito grande e importante para a pregação do Evangelho”.