Zé de Abreu ameaça cuspir em Regina Duarte por apoiar Bolsonaro: “Não respeito quem apoia fascista”

Lulista de carteirinha, o ator José de Abreu foi ao Twitter disparar uma série de ataques a Regina Duarte por fazer campanha por Jair Bolsonaro.

Lulista de carteirinha, o ator José de Abreu foi ao Twitter disparar uma série de ataques a Regina Duarte por fazer campanha por Jair Bolsonaro. Agressivo e fanático pelo PT, Abreu é conhecido por cuspir em quem discorda ideologicamente dele. As críticas que fez a Regina Duarte foram interpretadas como uma ameaça explícita de cusparada.

“Respeitei a posição de @reginaduarte enquanto ela apoiava a direita democrática com [José] Serra, [Geraldo] Alckmin, FHC, [João] Doria. Quando apoiou o impeachment. Mas não respeito artista que apoia fascista. O fascismo odeia nossa profissão e nossa classe. Elimina quem discorda e quem é ‘diferente’”.

“Bolsa-presidiário existe desde 1991. Sei que você é meio esquecida, não consegue decorar texto há muitos anos (inaugurou o uso de ponto eletrônico para atores na Globo), mas ‘dar um Google’ evitaria de você passar fake news do fascista que você apoia”.

Em 2017 o ator teve problemas na prestação de contas de benefícios da Lei Rouanet, segundo registra a Folha de S. Paulo. Confira:

O Ministério da Cultura (MinC) reprovou a prestação de contas de um projeto do ator José de Abreu e determinou a devolução de R$ 127 mil dos R$ 299 mil que haviam sido captados pela Lei Rouanet.

O projeto já havia tido a prestação de contas reprovada em novembro de 2016. Em abril deste ano, após recurso, o Ministério voltou atrás e aprovou as contas. A autoria do projeto —uma turnê de um espetáculo do ator em 2005— é de Camila Paola Mosquella, sua ex-mulher.

Após a aprovação, deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ) solicitou explicações do MinC. Ele afirma que encontrou notas “frias” na prestação de contas e que detectou erros em nove pontos, que informou ao Ministério.

O deputado diz que havia notas fiscais de estabelecimentos diferentes, mas preenchidas com a mesma caligrafia, e que um assessor foi aos endereços de algumas das empresas e encontrou “lojas abandonadas há muitos anos”.

Em fevereiro de 2016, José de Abreu havia afirmado que a CPI da Lei Rouanetserviria para “desmoralizar o mito” de que o mecanismo é “uma espécie de bolsa-família para artistas”.

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