Aumento de suicídios entre pastores evangélicos causam espanto

A incidência de suicídios de pastores, líderes e filhos de líderes crescem e preocupam muita gente. A causa mais comum noticiada para o suicídio de pastores e líderes é a depressão associada a esgotamento físico e emocional, traições ministeriais, baixos salários e isolamento por falta de amigos.

A pesquisa desenvolvida pelo instituto Francis Schaeffer, revelou que, nos últimos anos, cerca de um mil pastores têm abandonado seus ministérios todos os meses por conta de desvios morais, esgotamento espiritual ou algum tipo de desavença na igreja.

Na última semana, o pastor auxiliar Luis Peixoto, da PIB de Goiânia, se matou em um parque no centro da cidade. Aproximadamente há dois anos ele lutava contra uma grave depressão. Luiz Peixoto foi pastor da igreja no bairro Tiradentes onde fez um ministério sério, dedicado e profícuo como seminarista e depois como pastor juntamente com sua dedicada esposa Magali e seus dois filhos. Amava claramente a Deus e o ministério pastoral.

Após anos de pesquisas, a Instituição Schaeffer chegou a seguinte conclusão: “Depois de mais de 18 anos pesquisando tendências pastorais descobrimos que os pastores estão em uma ocupação perigosa! Somos talvez a profissão de trabalho mais estressante e frustrante, mais do que médicos, advogados ou políticos”, afirmou.

“Descobrimos que mais de 70% dos pastores estão tão estressados e esgotados que regularmente consideram deixar o ministério; 35% a 40% dos pastores realmente deixam o ministério, a maioria depois de apenas cinco anos”, complementou.