Cantor gospel que se assumiu ser gay grava clipe com participação de travestis e choca evangélicos

No ano de 2018 vários cantores gospel resolveram migrar para o secular, e um caso em especial chamou a atenção quando um cantor gospel do segmento pentecostal muito popular em São Paulo, confessou ser homossexual, em áudio vazado.

O caso ganhou repercussão nacional e ele chegou a dar entrevista em um programa de TV.

O cantor Leandro Luiz, atualmente conhecido por Leeh Bernad, publicou recentemente no Stories do seu Instagram, um post que deu a entender que ele iria voltar para o meio gospel.

Agora é oficial, o cantor está de volta a música gospel e em breve lançará seu novo clipe. Leeh Bernad voltou a exercer seu ministério em uma igreja inclusiva voltada para o público LGBT.

A assessoria do cantor informou que o clipe vai dar o que falar. O vídeo terá como tema o bom samaritano e vai incluir drag queens, travestis, que são membros da mesma igreja que ele.

A previsão é que o clipe será lançado no programa “Super Pop” com Luciana Gimenez em fevereiro.

Leh Bernard hoje faz parte da igreja inclusiva Lant (Igreja Apostólica Novo Templo) na cidade de Guarulhos (SP), que tem como líderes o casal de pastores Levi e Allan.

A decisão do cantor vem dando o que falar. Bernad disse que, já que não podia exercer o seu ministério sendo cantor gospel homossexual em uma igreja tradicional, ele optou por uma igreja inclusiva.

No último dia 3 de dezembro o cantor publicou um vídeo em seu Instagram da gravação de bateria do seu novo single, e escreveu:“TEM MÚSICA NOVA CHEGANDO.
É isso mesmo heim kkk hoje começou a produção da minha nova música. Tenho certeza que vocês iram ammaarr e chorar muiiiitttoooo, então preparem os lenços.
Quem assina a produção é o talentoso Leandro Natal e não posso falar mais nada por agr kkkk.
Depois divulgarei o nome da música/compositor e muitos detalhes. Mas corre lá no Stories que já tem videos da gravação hoje”.

Quanto a tudo isso fica a pergunta. Será que futuramente teremos músicas gospel inclusiva circulando nas igrejas tradicionais?