Pastor Marco Feliciano é criticado por mania de usar roupas de super-heróis

O Pastor e deputado Marco Feliciano vem recebendo uma enxurrada de comentários negativos por causa de suas postagens com camisas de super-heróis.O pastor que tem uma coleção de blusas dos ícones dos cinemas,semanalmente veste uma peça e pergunta aos internautas de quem se trata.Acontece que os seguidores do pastor já estão achando excessiva a atitude infantil do deputado que sempre posa com cara de gatinho em seu perfil.

Ele recebeu muitas críticas em suas recentes fotos. Um internauta escreveu:

“Me espelhava no seu ministério,…EXEMPLO de homemde Deus,… hj.,..o PODER, FAMA esta em ALTA em sua vida.,..mas no mundo espiritual,…o diabo esta feliz,…e no Céu.,.vc PERDEU o respeito que tinha,…e se vc não abrir os olhos enquanto antes.,.. poderá ir para o abismo,…que Deus tenha misericórdia de vc,….tenho FALHAS como TODOS aqui.,..mas a ira de Satanas contra os profetas é MAIOR.,.por isso oro tanto por vc”,disparou.

Outro seguidor escreveu:”Tá feio como Pastor e ridículo como parlamentar”,adiantou.

Entretando teve ainda quem defendesse o pastor,dizendo que ele não teve infância e que é um forma de recuperar seu tempo infanto-juvenil,defendeu um seguidora do pastor.

Marco Feliciano parece estar mesmo propenso a usar suas redes sociais para distrair os internautas de muitas acusações que vem recebendo por mau comportamento. O deputado foi acusado recentemente em um vídeo de ter uma amante que é pastora em São Paulo,uma loira muito bonita que confessou no vídeo ter tido um caso com deputado.A pastora Dani Alexandria chegou ainda dizer que estava recebendo dinheiro dele para ficar calada.O vídeo foi veiculado pela jornalista Patrícia Lélis que o acusou anteriormente de tê-la estuprado.

Outra situação que deixou um ponto de interrogação na cabeça dos eleitores,seguidores e fãs de Feliciano,foi o fato dele não se pronunciar em nenhum momento sobre a morte de seu vice-presidente que suicidou no ano passado.Quando perguntado em entrevista,ele apenas se reservou ao direito de não se pronunciar.