Vídeo de racismo na Igreja metodista viraliza na internet

Um vídeo com data de 2015 está viralizando na internet por uma denúncia de racismo dentro de uma reunião de pastores da igreja Metodista.

Um vídeo com data de 2015 está viralizando na internet por uma denúncia de racismo dentro de uma reunião de pastores da igreja Metodista.A situação aconteceu numa reunião do primeiro concílio Regional da 7ª Regional da Igreja Metodista do Brasil.

Uma votação interna estava acontecendo para eleger uma nova comissão de pastores.A comissão do reverendo Bruno perdeu a eleição para a comissão da pastora Carla Batalha.Foi então quando ela ouviu um dos membros do outro grupo dizer : “desbancamos o urubu”,fazendo menção ao pastor Bruno que é negro.

A pastora Carla pediu o direito da palavra para fazer a denúncia a um grupo de pastores que fizeram a piada de mau gosto.A pastora que é advogada,ressaltou que se especializaou em politicas contra o racismo e não poderia jamais admitir um comentário desse na igreja.Ela fez a denúncia publicamente no recinto mas disse que iria direto para delegacia fazer um boletim de ocorrência.

O Bispo responsável pela reunião assumiu a palavra e se emocionou com a situação,dizendo que não admitiria um comentário de racismo ,porque ele próprio adotou uma criança negra como filho e que é o seu maior orgulho.Ele reiterou que abriria um processo disciplinar e tudo que estivesse ao alcance da igreja para punir os pastores seria feito.

O pastor acusado se defendeu dizendo que não chamou ninguém de urubu,mas que fazia referência ao personagem “zeca urubu”.E que no calor das eleições aconteceram muitos comentários e acusações recíprocas entre os grupos que disputavam o pleito.

Foi quando então a vítima,o reverendo Bruno Roberto assumiu a palavra e disse que aceitava as desculpas da igreja e todo o apoio mas que iria processar o colega que lhe “desconstruiu a imagem” bem como todos os colegas que estava juntamente com ele rindo do comentário. Bruno foi aplaudido de pé por todos os presentes que concordaram que a atitude certa seria o processo civil contra os pastores que fizeram comentários racistas contra sua pessoa.

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