Lixo deixado por Blocos de Carnaval em Palmas deixam comerciantes revoltados: “isso não é cultura é vandalismos”

Constatamos alguns comerciantes tendo que limpar as calçadas antes de abrirem seus comércios

Da Redação

A primeira noite da festa carnavalesca com blocos de rua, que levou centenas de foliões a rua SE 11 da quadra 104 sul região central de Palmas, deixou vários comerciantes revoltados, isso por que na manhã deste sábado (2), a rua SE 11 ficou praticamente intransitável com a quantidade de lixo deixada no local pelos frequentadores da festa.

Garrafas de vidro, copos plásticos e até dejetos humanos, foram constatados pela equipe do site Gospel Geral, além do odor forte de urina em frete as lojas.

Assista:

 

Constatamos alguns comerciantes tendo que limpar as calçadas antes de abrirem seus comércios.

O catador de latinha que encontramos no local

Os comerciantes aproveitaram para criticar a prefeitura de Palmas que após receberem protestos nas redes sociais, concederam no último dia 26, dois alvarás de funcionamento para os blocos carnavalescos “Ao Varar da Meia Noite e Carnamujica”; para eles este local é inapropriado para este tipo de evento e os custos sociais são enormes.

Eles se referiam ao episódio em que as redes sociais da prefeita de Palmas, Cinthia Ribeiro (PSDB), receberam uma enxurrada de críticas pela suposta resistência ao carnaval de rua. Ela na época afirmou que não tem nada contra os blocos e que eles, assim como qualquer outro evento com aglomeração de pessoas, devem seguir a legislação.

Para o senhor Roberto, proprietário da loja “A Caiçara”, este desrespeito é um caso de responsabilidade da polícia Ambiental, já que quilos de lixo acumulados nas ruas e em frente a sua loja, podem até oferecer risco a pedestres e motoristas.


“Eu estou revoltado, o cheiro de urina é muito forte, ficou muito lixo na frente do comércio: garrafas de vidro, latas de cervejas, copos de plásticos. Além dos organizadores terem colocado apenas 4 banheiros químicos eles foram instalados do outro lado da rua na frente de minha loja.
“Isso não é cultura é vandalismo”; disse.

Já o senhor Renner Naciff, que é proprietário da loja Inove, disse que a prefeitura deveria se preocupar com a perturbação do sossego público dos moradores; “eu moro no fundo do meu comércio e tive que alugar um quarto de hotel neste período de carnaval, o barulho é muito grande; disse.

Porém, nem todo mundo reclamou, o catador de latinha que encontramos recolheu milhares de latas

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