GMP, agentes de Trânsito e PM combatem a perturbação de sossego por som automotivo na Praia da Graciosa

Na madrugada do último sábado, 15, em ação voltada para coibir a prática ilegal de som automotivo que tira a paz da população, principalmente nos finais de semana, a Guarda Metropolitana, agentes de Trânsito e a Polícia Militar voltaram às ruas para intensificar a fiscalização com relação a perturbação do sossego, e o alvo principal desta vez foi a Praia da Graciosa.

Segundo a Secretaria de Segurança e Mobilidade Urbana (Sesmu), durante a atividade foram realizadas duas remoções de veículos que estavam com os documentos atrasados e o condutor sem possuir Carteira Nacional de Habilitação. Na ocasião, oito condutores foram abordados e notificados por transitarem com som alto.

Ainda durante a ação, um condutor que estava visivelmente embriagado se recusou a fazer o teste de bafômetro e teve a (Carteira Nacional de Habilitação) recolhida por dirigir sob efeitos de álcool, colocando em risco a própria vida como também a de outras pessoas no trânsito.

A Sesmu alerta que quando identificada a perturbação do sossego por meio do som automotivo, o Código de Trânsito Brasileiro classifica essa infração como grave, e o valor a ser pago é de R$ 195,23, além de cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). E desse modo o condutor responsável pode responder ao processo penal com o pagamento de multa e ainda pode sofrer até três meses de reclusão.

Ainda durante o final de semana, a Guarda Metropolitana de Palmas atendeu a 21 ocorrências sobre perturbação do sossego. A GMP também realizou, nesse final de semana, fiscalização em estabelecimento comercial, em determinação do Ministério Público, após morador fazer denúncia via 153 e prestar queixa crime na Delegacia de Postura. Agora o caso é acompanhado regularmente pela GMP e pelo o Órgão de Postura do Município.

A GMP recomenda que as pessoas que se sentem incomodadas constantemente por algum estabelecimento comercial, além da denúncia via 153 ou pelo 190, devem denunciar na Delegacia de Costumes, para que o caso tenha força jurídica e os responsáveis possam responder pelo rigor da lei.

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