Deputado evangélico Eli Borges diz ter sido “vítima de manobra” e retira assinatura da CPI da lava Jato

Na noite de sábado, 14, o deputado federal pelo Tocantins, Eli Borges que também faz parte da bancada evangélica na Câmara se manifestou pelas redes sociais através de nota onde diz ter sido vítima de uma manobra com relação à sua assinatura na CPI da Lava Jato na Câmara Federal.

Na nota o deputado reforça que sua atuação política é para reforçar as investigações da Lava Jato e lembra ainda que votou para que o COAF ficasse com Sérgio Moro.

ENTENDA

Deputados federais da oposição apresentaram na última sexta-feira (13) um pedido de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar supostas violações cometidas pelo ex-juiz da operação Lava Jato e atual ministro da Justiça, Sergio Moro, e procuradores da força-tarefa em Curitiba. Eles reuniram 175 assinaturas pela abertura da CPI, quatro assinaturas a mais do que as 171 necessárias.

Mas segundo a líder do governo no Congresso, a deputada federal Joice Hasselmann (PSL), muitos dos deputados que assinaram o requerimento alegam que foram enganados, entre eles está o deputado Eli Borges.

Veja a íntegra da nota do deputado federal sobre o assunto:

COMUNICADO OFICIAL :

Comunico que determinei a retirada de minha assinatura para criação da CPI que trata da divulgação das informações do caso “The Intercept”. Minha atuação política é para reforçar as investigações da Lava Jato, portanto confesso ter sido vítima de uma “manobra”. A prova de minha postura foi que votei para que o COAF ficasse com Sérgio Moro, exatamente para reforçar a Lava Jato.
ATT,
DEP. FEDERAL ELI BORGES (SOLIDARIEDADE/TOCANTINS)

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