Em consulta pública do PPA do Estado, prefeita Cinthia Ribeiro pede avanços nos processos de regularização fundiária de Palmas

Wédila Jácome

Estadual de Tempo Integral Professora Elisângela Glória Cardoso, na Quadra 401 Sul, Avenida NS 01
Palmas – TO
Foto: Edu Fortes

Regularização fundiária foi uma das principais solicitações feitas pela prefeita de Palmas, Cinthia Ribeiro, acompanhada pela maioria dos deputados estaduais, que participaram na manhã desta sexta-feira, 20, da última consulta pública para o desenvolvimento do Plano Plurianual do Tocantins (PPA), para os anos de 2020 a 2023.

A prefeita lembrou que muito do que acontece em Palmas erradia para as demais cidades. “Palmas tem uma grande missão, por ser a capital de todos os tocantinenses”. E pediu a união dos esforços de todos para construção do desenvolvimento das cidades. Na oportunidade, pediu avanços nos processos de regularização. “Que juntos possamos avançar na pauta, que é a demanda nacional, para que muitas famílias possam ter a titularidade de suas propriedades”, enfatizou.

A última plenária do PPA reuniu, na Escola Estadual de Tempo Integral Professora Elisângela Glória Cardoso, na ACSU-SO 40, para ouvir as principais demandas dos representantes dos municípios da região Central do Estado, como Aparecida do Rio Negro, Brejinho de Nazaré, Ipueiras, Lajeado, Miracema do Tocantins, Miranorte, Monte do Carmo, Palmas, Porto Nacional, Santa Rosa do Tocantins, Silvanópolis e Tocantínia.

Através da consulta pública, a sociedade pode participar da administração pública, podendo falar sobre como e onde deseja que o dinheiro público seja investido. Segundo o Governo do Estado, para o PPA de 2020-2023, as escolhas da sociedade são orientadas por seis eixos temáticos: saúde; segurança, assistência social e direitos humanos; gestão pública, participação social e diálogo federativo; estrutura produtiva e sustentabilidade ambiental; educação, ciência, tecnologia e inovação; infraestrutura, desenvolvimento regional e redes de cidades.

As demandas da região Central, como as das demais regiões do estado, passarão por avaliações de viabilidades técnicas e financeiras para poderem integrar o PPA, que é o documento que prevê como o Governo vai investir o dinheiro público nos próximos quatro anos.

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