PM e representantes do movimento “Hip Hop” se reúnem em Palmas para traçar estratégias de integração

Luana Barros/Governo do Tocantins


Aconteceu na manhã desta terça-feira-18, na sala de reuniões do Quartel do Comando Geral (QCG) da Polícia Militar do Tocantins, em Palmas, um encontro que teve por objetivo aproximar as forças de segurança com os representantes do movimento “Hip Hop” da capital. Participaram do encontro representantes da Polícia Militar, do Ministério Público Estadual, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos, do Conselho Tutelar, do Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (CEDECA), e líderes do movimento de Hip Hop em Palmas. A reunião foi presidida pelo Comandante do Policiamento da Capital (CPC), coronel Francinaldo Machado Bó.

Coronel Bó iniciou o encontro destacando a importância da aproximação da PM com a comunidade, e a relevância da reunião para que a instituição conheça as demandas das entidades e possa contribuir com esse movimento cultural. Cada representante de entidade fez uso da palavra e apresentou suas pontuações sobre o movimento Hip Hop, especialmente relacionados à atuação das forças de segurança e como essa atuação reflete na vida dos jovens que integram essas manifestações.

Os representantes ressaltaram a importância do diálogo com os policiais que trabalham no serviço operacional, pois assim é possível harmonizar cada vez mais a relação dos policias com o movimento de hip hop. O tenente-coronel Abner Alves Martins, comandante do 6º Batalhão da PM, destacou que a instituição não apoia abordagens truculentas, e todas as ações policiais se pautam pelo respeito aos Direitos Humanos, casos isolados de possíveis desvios de conduta policial são devidamente investigados e adequadamente punidos. “A Polícia Militar não deixará de fazer as abordagens quando em fundada suspeita, dentro da legalidade e da forma mais pacífica possível, realizando sempre o policiamento ostensivo e preventivo”, disse.

O major Thiago Monteiro Martins, Assessor de Polícia Comunitária, se colocou à disposição dos representantes do movimento para possíveis parcerias e realização de projetos voltados para esses grupos. O comandante do 1º Batalhão da PM, tenente-coronel João Leyde de Souza, reforçou a fala do tenente-coronel Abner que a PM sempre age com respeito aos movimentos sociais e que todos os desvios de conduta de seus integrantes são rigorosamente apurados.

No final do encontro foram levantadas proposições para aproximação entre Policia Comunitária e representantes do movimento de hip hop, assim como o envolvimento de demais órgãos nas próximas reuniões: Fundação Cultural, Guarda Metropolitana, DENARC, DPCA, Fundação da Infância e da Juventude, Secretaria da Educação (estado e município), Assistência Social do Município, Secretaria da Cidadania e Justiça do Estado e Secretaria de Turismo do Estado e do Município. Além da criação de um documentário para fomentar a ideia dos movimentos de hip hop e a organização de um evento com a participação da Banda de Música da PMTO.

Presenças:

Coronel PM Francinaldo Machado Bó – Comandante do Policiamento da Capital (CPC);

Tenente-coronel PM Leandro Guimarães Nunes – subcomandante do CPC;

Tenente-coronel PM João Leyde de Souza Nascimento -comandante do 1º Batalhão da PM;

Tenente-coronel PM Abner Martins – comandante do 6º Batalhão da PM;

Major PM Tiago Monteiro Martins – coordenador Estadual de Polícia Comunitária;

Capitão PM Jarmenson Dienys Oliveira da Costa – chefe da P3 do 1º BPM;

Edilma Barros – Ordem dos Advogados do Brasil;

Iramar Cardoso da Sillva – Conselho Tutelar;

Laidy Laura P. de Araújo – Ministério Público Estadual;

Viviane Souza Paiva – Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos;

Adriana Tigre L. Nilo – Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos, professora da Universidade Federal do Tocantins;

Maria de Fátima Dourado – Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos;

Marcio Brasil – Centro de Direitos humanos de Palmas;

Phelipe Rangel – CDD;

Bárbara Xavier – Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente;

Luz Arinda Barba Malves – Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente;

Joana Lima – DDC;

Lázaro Silva – RAP/MFD.

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